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A Casa da Cabrita

A Casa da Cabrita

É assim indescritível o quanto eu precisava de ir ter com pessoas que me conhecem bem bem. A quem dizer olá é tão fácil, e dizer adeus faz comichão. E foi o que aconteceu este fim de semana passado. Eu, o Filipe e o Tomás rumámos a Copenhaga para irmos ter com a Inês 1 (a do Barreiro, mãe!). Foi tão bom. Mas acho que vai ser perceptível o quanto eu adorei esta cidade e viagem ao longo deste(s) texto(s).

O meu voo para Copenhaga era às 7 da manha e, como tal, tive que acordar bem cedo para conseguir estar no aeroporto às 5:30. Experimentei um caminho novo (porque experimentar coisas novas às 4 da manha soa bastante razoável, não é verdade?) e descobri que moro a 17 minutos do aeroporto. Como assim nunca me tinha apercebido disto? 

O voo durou 40 minutos e foi a coisa mais rápida da vida. Eu sentei-me, levantámos voo, as hospedeiras tentaram vender comida e quando dei por mim já estavam a avisar que íamos aterrar. Eu sei que sou eu que sou tola, mas genuinamente esqueci-me que Copenhaga é perto do mar. Portanto quando estávamos a aterrar tive um mini ataque de pânico de 5 segundos a achar que estava no sítio errado. Vamos culpar as 3 horas mal dormidas.

Chegar a casa da Inês demorou mais que a viagem Berlim-Copenhaga, mas não me perdi graças às indicações da Inês (já disse que ela é linda e que foi a melhor organizadora de sempre??). Acordei o Filipe e o Tomás, e partimos à descoberta da cidade com o mega guia patrocinado pela Inês. Vimos o Amalienborg, a mudança de guardas, fomos ao famoso Nyhavn, fizémos um passeio de barco, almoçámos o típico McDonalds e acabámos o dia a correr uns bons 200m para apanhar a Carlsberg Experience aberta. Verdade seja dita, não aprendemos grande coisa sobre a Carlsberg. Mas vimos os cavalos nos estábulos, bebemos duas cervejas mesmo muito boas e fomos acompanhados por um gato, que muito provavelmente era a encarnação do senhor Carlsberg.

Nessa mesma noite fomos testar as discotecas dinamarquesas. E devo dizer que fomos claramente mal vestidos, pensámos em tudo menos nas cotoveleiras e joelheiras. É que eu nem sei como descrever. Nós não dançámos, nós apenas nos movemos de acordo com os empurrões que davam. Quando alguém queria passar por nós literalmente só empurrava. Um valente chega para lá. É que parecia mesmo que não existíamos. Raparigas a esfregarem-se em mim como se de uma parede se tratasse. Até assistimos a todo o percurso de um rapaz que vai à discoteca só para encontrar moça. Ele chegou e escolheu o seu alvo. Dançou à sua volta, tal e qual parada nupcial. Juro que quase que parecia que o pescoço dele estava inchado. A rapariga não lhe deu corda. O que ele faz? Sem problemas, escolhe outra. E isto durante umas 3 horas. Eventualmente encontrou a sua pombinha. Ficámos genuinamente felizes por ele, espero que tenha tido um dia de São Valentim espectacular. 

Depois da discoteca foi tempo de apanhar o autocarro. E no autocarro tive a espectacular realização: fiz uma directa. 24 horas sem dormir. Todo um bom presságio para um Sábado cheio de passeio. (Spoiler Alert: correu tudo bem.)

 

 

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(De notar o Tomás em modo Rose e eu e o Filipe lá dentro a fazer adeus)

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A foto favorita (e mais bonita!!!) do primeiro dia 

 

 

 

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