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A Casa da Cabrita

A Casa da Cabrita

No mundo encantado da perfeição, nós iríamos acordar fresquíssimos às 9:30 e estar prontos a sair às 10:30 para visitar mais de metade das atRações principais. No mundo real acordámos às 10:30 assim de esguelha e estávamos apresentáveis para sair às 12.  A malta é forte! 

Começámos por visitar o palácio Rosenborg, o palácio de verão do Rei Frederico *inserir número romano aqui* ou Rei Cristiano *inserir número romano aqui*. Eu sei, eu sei, pago eu o dinheiro para não me lembrar dos factos todos, mas eis o que absorvi:

 - Houve muitos Fredericos e muitos Cristianos e não havia espaço para dúvida: um Frederico chamou ao filho Cristiano que chamou ao filho Frederico que chamou ao filho Cristiano. Bastante linear. 

 - Os pobres coitados não tinham uma genética espectacular ou então chatearam o pintor. Aquilo era com cada monstruosidade...

 - Eles tinham 3 estátuas de leões a "guardar" o trono. É Sporting até morrer, até na Dinamarca.

Para além destes 3 pontos, tinham quartos cheios de tesouro, tinham um grande salão de festas que empurrava o Urban a qualquer canto e tinha uns jardins lindos à sua volta (local para sessão fotográfica obrigatória). 

Depois do palácio seguimos para o Jardim Botânico para um pique-nique e para visitar a estufa. Só a Inês para pensar em hambúrguer duplo de frango para o almoço, porque afinal "não quero ninguém com fome!!!!" (ai a minha avó ia ficar tão orgulhosa). É que eu quase que voltei a deslocar o maxilar a tentar comer aquilo. Mas, com o frio e a fome que tínhamos, soube a pato, ai se soube. Tivémos azar e o jardim botânico (incluindo a estufa) fechou mal acabámos de almoçar, portanto não conseguimos visitar. Mas e que? Almoçámos em bom no jardim botânico, mais fino não há. 

Seguiu-se a ida à torre Taarnet. A Inês só avisou que era muito ventosa mas eu achei que ela estava a exagerar um bocadinho. Afinal quão mau poderia ser? Eu acho que nunca tinha levado com tanto vento na minha vida. E por todos os lados! Dadas as circunstâncias fomos muito eficientes. Vimos a cidade de todas as perspectivas, tirámos uma foto em cada e adeus que se faz tarde. 30/40 minutos na fila para 5 minutos lá em cima. Mas valeu muito a pena, Copenhaga é bonita e, com tudo iluminado, parece que nos está a dar uma abracinho aos olhos. Mas depois levamos com a chapada do vento para voltar à realidade. Não há cá ilusões de que ela quer uma relação connosco. 

Essa noite foi noite de ficar em casa, noite de jogos! Jogámos Beer Pong (as meninas ganharam, óbvio!), jogámos um jogo de tabuleiro que envolvia armas para destruir uns aliens (mas tenho mesmo impressão que ninguém sequer jogou a tentar atacar os aliens, que totós) e acabámos a noite todos a conversar. Sobre o que já fizémos, sobre o que vamos fazer, sobre um bocadinho de tudo e lá no fundo sobre um bocadinho de nada (esta saiu-me profunda). 

A nossa ideia era ficar em casa e aproveitar para descansar mais do que na noite anterior. Mas já só adormeci depois de ver as 4 da manhã no telemóvel. Afinal quem é que precisa de dormir? Copenhaga só lá estava durante mais 12 horas :(

 

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QUE MESA TÃO GIRA!!!

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Eu juro que tento resistir à tolice, mas há quadros que me provocam.

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