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A Casa da Cabrita

A Casa da Cabrita

O Natal é sempre aquele momento agri-doce. Por um lado é uma boa desculpa para juntar a famelga, por outro também é uma desculpa para nos lembrarmos de quem já não está cá. Eu gosto muito do Natal, gosto muito de comer tudo a que tenho direito (eu gosto sempre de comer tudo a que tenho direito, mas no Natal não me sinto tão culpada), gosto de saber as novidades de toda a gente e gosto daquele momento nostálgico em que, de alguma forma, acabamos todos à volta dos álbuns de fotografias. 

Agora que também já há membros novos da família, o Natal passou a ter mais vida. Na hora de abrir os presentes já está toda a gente a olhar para o Manuel e para o António, tentar apanhar o sorrisinho maroto, ver a reacção quando abrem cada prenda, vê-los brincar com os brinquedos novos como se não houvesse amanha.

 

O Natal fez-me querer pegar nas tralhas todas, fechar-me em Portugal e nunca mais sair. Ficar ali, no quentinho da lareira e da braseira. Mas também me fez querer voltar, afinal tenho a melhor família do mundo que vai estar sempre lá à minha espera (com bacalhau, suspiros e mousse de chocolate, já agora).

 

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Há 15 anos atrás já eramos uns santinhos... uns santinhos.